Domínio Público


Flip nunca mais

Pessoal preciso desabafar , para não estourar. Então, eu conheci a Flip na sua primeira edição, não participei dos quatro dias, fui apenas para assisitir ao Ferreira Gullar que lançava livro novo, acho que era o Relampagos, ainda não tinha essa mega estrutura, soube que esse ano a coisa aumentou de tamanho, as rmesas aconteciam no Centro Cultural, levei  ou  meu livro: Sala de Espera fresquinho, e tive a audácia de entregar um exemplar para o Ferreira Gullar. A segunda edição não fui, já estava bombando o negócio. Na terceira  cheguei no primeiro dia, não assisti ao show de Paulinho da Viola, culpa do transito do Rio, Carol tinha vindo de Portugal e nos acompanhou, eu e Ana, tomamos muito café pelas tardes, assistimos a várias mesas, dias frios e belos  em Paraty, teve alguns contratempos como fazer uma cagada na máquina digital recém comprada e perder várias fotos, como a que Carol tirou com o Jô Soares, entregando o meu livro. Eu falei poesia na rua, subi em um banco de madeira e li os poemas do livro. A terceira no ano seguinte, fomos eu e Ana apenas, meio lua de mel, foram vários passeios pela cidade e por Trindade. E de novo o contratempo, estava selecionado pela Off Flip para ler os meus poemas, e fiquei na fila, mas começaram uns poemas com tanta porcaria que abandonei o evento. Depois vieram as trevas em 2007 estava viajando muito a trabalho e querendo ficar em casa, descobrindo as belezas de Cabo Frio. Ano passado, eu ano não me liguei, mas como Márcia Maia tinha ganho o prêmio,da off Flip e Inah também estava por lá, surgiu uma vontade danada de ir a Paraty, mas faltou grana, Ana tinha um casamento da sobrinha para ir em Portugal e não sobrou grana, mas até o sábado ainda tinha esperança de ir, quando Ana passou muito mal e fiquei em casa. Esse ano de 2009 foi mais dolorido, tinha esperança de ser selecionado para a oficina de poesia da Flip e não deu, sobrou  o concurso off Flip, também não deu. apartir de hoje (01/07/09) companheiros é uma saravaida de notícias, aliás desde de ontem,no café da manhã na empresa, e gente falando, são escritores para todo lado dando cabeçada na praça da matriz, enfim uma tortura, e de novo tem um casamento na história, o de minha enteada,  a quem considero filha, Carol, casa no dia 25/07/2009, e dessa vez a grana extrapolou, foi um tal de finaciamento pra cá e pra lá, junto com o finaciamento do imóvel, e não sai mais do vermelho. Não ainda sei se conseguirei grana para ir ao casamento de Carol em Portugal, vou tirar passporte, a passagem está difícil de comprar, somente um milagre, e milagres não andam por aí dando sopa. Só tenho uma saída, desligar a televisão, não comprar o JB ou qualquer outro jornal,  bloquear as mensagens que recebo diariamente da Flip, desligar a televisão na hora dos telejornais. Hoje tenho uma palestra para ministrar  às 16  horas e amanhã uma viagem para Vitória, e como Ana viajou para o casamento, o  sábado será dia de fazer compras para semana e ver como estão as coisas com Virgílio, então Flip nunca mais, e falo de que no próximo ano não vou participar de bosta de concurso nenhum, nem off nem out, nada de Flip, os cinquentinha da inscrição estão fazendo falta,  fora a frustração , então Flip nunca mais, vou tentar fazer outras coisas por aqui para tentar ignorar a festa literária, até porque tem algumas mesas que não assistiria nem que me pagassem, como a do autor de Deus um delírio, acho que ele é o próprio delírio. Estou pensando seriamente em criar a minha própria Flip, ou outro nome, quem sabe, conversei com algumas pessoas da cidade e quero tocar esse projeto, quero fazer diferente sem concurso, participa quem quiser, nada de ingresso, tudo 0800 e de preferência ao ar livre em uma das praias de Cabo Frio, montar uma estrutura de circo, quem sabe, bom esse é o meu "delírio".



Escrito por Flávio Machado às 14:32
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